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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

FIREFOX ganha do IE


Uso dos navegadores no Brasil: IE7 na frente com Firefox 3.5 logo atrás.

No Brasil, IE7 na frente com Firefox 3.5 logo atrás.
Fãs do Firefox, deixem as festividades de final de ano de lado e tirem o espumante da geladeira antes da hora. De acordo com a empresa de monitoramento de tráfego web Stat Counter, essa semana a versão 3.5 do navegador da Mozilla finalmente se tornou o navegador mais usado do mundo.
Mas isso, claro, depende do ponto de vista.
Atualmente contando com a preferência de 22% dos navegantes, os índices de uso do programa da raposa nunca estiveram tão altos, mas ele só conseguiu o posto de número um na guerra dos browsers por conta de um processo migratório que está acontecendo lá para os lados da Microsoft.
Líder absoluto até então, em seus dias de glória o Internet Explorer 7 chegou a registrar 42% de uso, mas desde o lançamento do IE8, que aconteceu em março, seus índices têm despencado por conta da migração dos usuários entre as duas versões. Atualmente o IE7 tem 21% de audiência, contra 20% do IE8. Surpreendentemente, o decano IE6 ainda tem 14% dos usuários.
Com um em alta e outro em baixa, as glórias sobraram para o Firefox 3.5, que não tem nada a ver com essa história e que temporariamente deve aproveitar o status de navegador mais usado no mundo.
Nos números gerais as múltiplas versões do Internet Explorer têm a preferência de 55,8% dos internautas, contra 32,8% do Firefox. Mas a maré não parece ser das melhores para a Microsoft nesses mares, já que há um ano esses números eram, respectivamente, 68% e 25%.
Já no Brasil o navegador mais usado ainda é o IE7, com 24,35%, seguido de perto pelo Firefox 3.5, que registra 23,8%. O IE8 é o terceiro colocado, e seguindo a tendência mundial também registra 20%.

Matchbox Twenty - If you're gone


segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Wolfram Alpha - A Máquina do Conhecimento Computacional

2yvj5g9 Wolfram Alpha: nova ferramenta que promete desbancar Google

Em maio, deste ano,Stephen Wolfram, criador do software Mathematica e autor do livro "A New Kind of Science", lançou para o mundo o que ele chama de um novo paradigma para a utilização de computadores e da web, o Wolfram Alpha, em que Stephen o descreve como uma "máquina de conhecimento computacional" ("computational knowledge engine"), capaz de computar respostas a perguntas reais.
Segundo o autor, o Wolfram Alpha não irá simplesmente retornar documentos que contêm as respostas, como o Google faz; também não se trata de um grande banco de dados de conhecimento, como a Wikipedia; também não vai analisar a pergunta em linguagem natural, dividi-la em partes entendíveis e utilizar o resultado para recuperar documentos, como faz o Powerset; por fim, não é baseada na Web Semântica, nem se utiliza de nenhuma de suas linguagens.
Ao invés disso, Wolfram Alpha irá computar as respostas para um grande conjunto de perguntas. Em outras palavras, ele irá "entender" a pergunta para então formular as respostas.
Para isso, a ferramenta irá utilizar modelos pré-concebidos de campos do conhecimento, além de dados e algoritmos, a fim de representar o conhecimento do mundo real. Assim, perguntas em linguagem natural podem ser respondidas, mesmo que a ferramenta não tenha sido explicitamente programada para respondê-las.
Para compreender melhor o funcionamento, considere a tarefa de multiplicar números. A existência de uma tabela de multiplicação, contendo uma certa quantidade de possibilidades, certamente facilita a operação, que se torna instantânea. Entretanto, é visivelmente impraticável que exista uma tabela com todas as possibilidades possíveis de multiplicação, daí a necessidade de uma calculadora que tenha o conhecimento de como realizar o cálculo, independente da entrada.
Da mesma maneira, o Wolfram Alpha pode ser considerado uma calculadora muito poderosa, que conhece não só problemas matemáticos, como muitos outros tipos de questões que possuem respostas não ambíguas e computáveis.
Continuando a analogia com a calculadora, o Google seria uma tabela de pesquisa de (quase) tudo que foi escrito e publicado na web. Como nem todo o conhecimento foi publicado ainda, nem nunca será, o índice do Google será sempre incompleto. Já uma máquina de conhecimento computacional como o Wolfram Alpha pode prover respostas para questões nunca vistas antes.
Segundo a Wolfram Research, a empresa de Stephen, um dos objetivos de Wolfram é tornar possível "perguntar ao computador qualquer pergunta realista e ter a reposta". Mas o processamento dalinguagem natural não é fácil. De acordo com a Wolfram Research, o Web site usa algoritmos e software de análise para identificar padrões nos dados. Isso o ajuda a identificar termos abreviados que as pessoas usam ao fazer suas perguntas. Isso também o ajuda a adivinhar o que você está tentando encontrar quando faz uma consulta na sua caixa de busca.


De acordo com a empresa, o Alpha está baseado em quatro pilares: dados, computação dinâmica, compreensão da linguagem natural e estética computacional. Os dados são tratados pelos empregados da Wolfram Research. O resto é feito nos servidores via Mathematica.
Para mastigar esses tipos de números, é preciso um poder computacional substancial. A Wolfram Research tem um supercomputador (na verdade, dois deles) construído com hardware Dell personalizado pela empresa R Systems. A máquina, R Smarr, é o 66º supercomputador mais rápido do mundo. Com 4.608 núcleos de processamento, o R Smarr pode fazer 39,6 trilhões de operações por segundo. São 576 chips Harpertown Zeon quadri-core, da Intel, dentro de cada R Smarr. E cada supercomputador R Smarr tem 65.536 GB de memória RAM.

A idéia é boa e promissora. Tem tudo para revolucionar a forma como uma máquina responde a questões do mundo real. Entretanto, ficam ainda muitas questões: Será que não vai ficar cada vez mais difícil para adicionar e manter o conhecimento à medida que a ferramenta se estende? Será que ela nunca comete erros? Quais as formas de conhecimento ela será capaz de lidar, no futuro?
Fontes: Débora Bossois e HowStuffWorks.